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domingo, 4 de setembro de 2016

{RESENHA} Memórias de Sherlock Holmes - Arthur Conan Doyle

O livro Memórias de Sherlock Holmes faz justiça ao que propõe Arthur Conan Doyle ao publicá-lo, uma vez que contém onze contos diferentes e independentes os quais recordam alguns dos casos em que o detetive se envolvera. A formula, nós leitores e fãs do excêntrico investigador, já sabemos de cor e salteado, mesmo assim não me canso dos seus métodos de observação sempre produtivos e certeiros.

Foto: Lu Garcia

Títulos do romance:

1. Silver Blaze;
2. O Rosto Amarelo;
3. O Corretor;
4. Gloria Scott;
5. O Ritual Musgrave;
6. Os Senhores de Reigate;
7. O Aleijado;
8. O Paciente Interno;
9. O Intérprete Grego;
10. O Tratado Naval;
11. O Problema Final.

Narrações de aventuras vividas por Holmes com seu leal amigo, Watson, não é nenhuma novidade para quem os conhece. Porém, o diferencial de alguns destes textos é a menção sobre a juventude do detetive, mais especificamente dos seus tempos de faculdade, o que nos permite conhecê-lo melhor como também entender que seus métodos analíticos e dedutivos já faziam sucesso na época.

Minha Percepção - Já manifestei opinião positiva em relação a livros compostos por contos, simplesmente porque a leitura torna-se dinâmica. Sem querer dar spoiler, é neste livro que está a polêmica história do fim de Holmes, digo polêmica porque ela rendeu criticas e reclamações ao autor, que cedeu a pressão dos legentes e ressuscitou o investigador no caso intitulado  A Aventura da Casa Vazia. Além disso, nos deparamos pela primeira vez com o antagonista das ficções de Arthur Conan Doyle, ou seja, o professor Moriarty, que é o equivalente intelectual de Sherlock Holmes, mas que usa seus talentos a favor do crime e contra as leis...